A Petrobras assinou, nos primeiros dias de fevereiro/12, na sede da companhia, no Rio de Janeiro, um protocolo de intenções para a implantação de um terminal de regaseificação de gás natural liquefeito (GNL) e de uma fábrica de fertilizantes no Rio Grande do Sul.
O documento prevê estudos de viabilidade para a construção dos empreendimentos. Estiveram no prédio da Avenida Chile, no Centro da cidade, o governador do estado do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, a então diretora de Gás e Energia da Petrobras, Maria das Graças Foster, o vice-presidente da Divisão de Maquinas e Navios da Samsung, Hojoon Shin, e o vice-presidente da Unidade de Graneleiros da Hyundai, Young Joon Lee. Segundo nota da Petrobras, "os estudos serão conduzidos por um comitê misto e realizados nos próximos seis meses."
Hoje, o país já conta com os terminais de GNL de Pecém (CE), com capacidade de regaseificação de 7 milhões m³/dia, e da Baía de Guanabara (RJ), com capacidade de regaseificação de 14 milhões m³/dia. A partir de setembro de 2013, espera-se o início da operação de um terceiro, na Bahia.
Nos terminais de Pecém e da Baía de Guanabara, o sistema de atracação dos navios ocorre em um píer com dois berços e o GNL é transferido do navio supridor para o navio regaseificador por meio de braços criogênicos. No terminal baiano, a transferência do GNL será feita diretamente entre os navios, através do sistema de atracação side-by-side, ou seja, o navio regaseificador, ficará atracado a um píer tipo ilha com apenas um berço.
No momento, a regaseificação é feita a bordo dos navios Golar Winter e Golar Spirit, afretados da multinacional Golar LNG. Os dois navios operavam como transportadores de GNL e foram adaptados, especialmente para os projetos da Petrobras, para, além de transportar, armazenar e regaseificar o gás na forma líquida.
Fonte: Nicomex Notícias

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