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quarta-feira, 14 de março de 2012

Vendas da indústria de SC têm crescimento de 12% em janeiro




Faturamento do setor de alimentos cresceu 22% no período (Foto: Plínio Bordin/FIESC)
As vendas reais da indústria catarinense em janeiro cresceram 12% em relação ao mesmo período em 2011, mostra a pesquisa indicadores industriais da (FIESC). O resultado foi puxado pelo desempenho dos setores artigos de plástico (34,5%), produtos químicos (24,5%), alimentos e bebidas (22,2%), máquinas e equipamentos (22,2%) e máquinas, aparelhos e materiais elétricos (16,5%). O levantamento foi realizada com 200 indústrias. 
"O principal setor que influenciou o resultado de janeiro foi o de alimentos, que registrou incremento nas exportações. Os embarques de carne de frango ao exterior aumentaram 25% e os de carne suína, 38%. Caso tenhamos a confirmação do aumento dos embarques para a China, o resultado poderá ser mais favorável no decorrer do ano. Outros segmentos como artigos de plástico e produtos químicos foram alavancados pela construção civil, afirma o diretor de relações industriais e institucionais da FIESC, Henry Quaresma. 
Apesar da alta no período, dos 16 setores pesquisados pela Federação, oito registraram queda no faturamento. Entre eles estão material eletrônico e equipamentos de comunicação (-16%), veículos automotores e autopeças (-14,5%), móveis (-10,8%), produtos têxteis (-6,6%) e confecções e artigos do vestuário (-4,8%). 
Em janeiro de 2012 ante o mesmo período no ano anterior, a massa salarial real cresceu 5,3%. Enquanto isso, as horas trabalhadas na produção recuaram 2,2% e a capacidade produtiva das fábricas passou de 84,26% para 83,34%, redução de 0,93 ponto percentual. Alguns setores registraram capacidade instalada abaixo de 80%, como veículos automotores (79,1%), produtos metálicos (75,6%), artigos de plástico (77,3%), produtos de madeira (77,6%) e confecções e artigos de vestuário (77,4%). 
As vendas de janeiro ante dezembro registraram queda de 10%. Os fatores que influenciaram o resultado foram sazonalidade, queda das exportações e as férias coletivas de alguns setores. 

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