
Segundo este documento que começa a ser analisado nesta quinta-feira em Addis Abeba por um comité de peritos, "esta desaceleração deve-se principalmente à instabilidade política na África do Norte e à persistência do marasmo económico nos países desenvolvidos".
Esta taxa de 2,7 porcento é inferior à observada antes das crises financeiras, económicas e mundiais do período 2007-2009, precisa o documento que explica este fenómeno pela intensificação e pela persistência da crise social e política na África do Norte.
Estas crise aumentaram muito a aversão dos investidores devida ao risco, o que levou à baixa das entradas de capitais e do investimento privado, sublinha o documento.
O encontro dos peritos, que findará domingo próximo, decorre em prelúdio à quinta reunião conjunta da Conferência dos ministros da Economia e Finanças da UA, da Planificação e Desenvolvimento Económico da Comissão Económica para a África, que se inicia segunda-feira na capital etíope sob o lema «libertar a potencialidade de África enquanto polo de crescimento mundial».

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