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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Sete Brasil fecha contrato bilionário com a Petrobras


E nos próximos dias a Sete Brasil vai assinar os contratos com os estaleiros que deverão construir sondas para a Petrobras. E já negocia a construção de duas destas sondas com a OSX [Grupo EBX] do empresário Eike Batista, seis com o Keppel Fels, três com o Rio Grande 2, seis com o Jurong Aracruz, e seis equipamentos com o Enseada do Paraguaçu.
A Sete Brasil, fechou no dia 09 de fevereiro (quinta-feira), encomendas de afretamento de 21 sondas da Petrobras, avaliadas em torno de US$ 60 bilhões.
A Sete Brasil é constituída por fundos de pensão, bancos de investimento e com participação da própria Petrobras [com 10% do capital], ganhou a licitação após ter oferecido um desconto de 8,5% para a estatal, que fechou um contrato de 15 anos com a Sete Brasil.
A Sete Brasil já tinha encomendas fechadas com a Petrobras, para construir outros sete equipamentos de perfuração. Ao todo, a empresa tem um portfólio de 30 sondas -duas planejadas para funcionarem como back-up, para o caso de haver atrasos na construção.
João Carlos Ferraz, presidente da Sete Brasil
"Com esse contrato, a Sete Brasil se tornará a primeira colocada no mundo em contratos de afretamento, com 30 sondas de perfuração em seu portfólio. É a maior frota de sondas dessa categoria (de águas profundas) do mundo", disse a jornalistas o presidente da Sete Brasil, João Carlos Ferraz.
Em uma das maiores licitações realizadas no mundo, a Petrobras contratou no dia 09 de fevereiro (quinta-feira), 26 sondas de perfuração [em valor que chega aos US$ 76 bilhões], sendo 21 da Sete Brasil, -com o objetivo de impulsionar a exploração do petróleo no Brasil, especialmente as gigantes reservas do pré-sal.
O contrato de afretamento das 21 sondas da licitação anunciada no mesmo dia, foi fechado por US$ 530 mil /dia, valor já com um desconto de US$ 45 mil/dia sobre o preço inicial, lembra o presidente.
De acordo com o executivo, o preço fechado ficou em linha com o mercado internacional, apesar de críticos do uso de conteúdo nacional dizerem que é caro construir equipamentos de exploração de petróleo no Brasil. Para a construção das 30 sondas, a média de conteúdo nacional ficará nos 62%.
A Sete Brasil deverá pagar pagar US$27 bilhões para a construção das 30 sondas, ao passo que seus contratos com a Petrobras, para 28 equipamentos, somam aproximadamente US$ 75 bilhões.
A primeira encomenda de sonda foi fechada em junho de 2011, um total de sete sondas para serem construídas pelo estaleiro Atlântico Sul., em Pernambuco.
Construção nos estaleiros nacionais -A Sete Brasil vai assinar os contratos com os estaleiros que deverão construir as sondas nos próximos dias. E negocia a construção de duas sondas com a OSX [Grupo EBX] do empresário Eike Batista, seis sondas com a Keppel Fels, três sondas com o Rio Grande 2, seis sondas com o Jurong Aracruz, e seis equipamentos com Enseada do Paraguaçu.
Pelo modelo de negócios da Sete Brasil, a empresa contrata junto aos estaleiros a construção das sondas e se associa aos operadores, alugando o pacote completo às petrolíferas.
"Os estaleiros são nossos fornecedores, as sondas serão de propriedade da Sete em parceria com algum operador", explicou Ferraz.
Para operar as 21 sondas, a companhia deve se associar a Odebrecht, Queiroz Galvão, Sea Drill, Petroserv, Odfjell e Etesco.
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social(BNDES), deve financiar 50% da construção das 30 sondas. Outros US$ 6,5 bilhões virão de capital próprio dos sócios da empresa, e outros US$ 7 bilhões -de bancos privados e de bancos de fomento da Noruega e Estados Unidos, completa João Carlos.
E de acordo com o agora, ex-presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, durante entrevista coletiva na sexta-feira [10/02], na sede da empresa, os contratos fechados no dia 09 de fevereiro (quinta-feira), preveem a possibilidade de redução de preços para a Petrobras [oscilações de acordo com condições de financiamento oferecidas pelo BNDES aos equipamentos de perfuração].
A Petrobras prevê que o contrato com a Sete Brasil possa ser reduzido em até US$ 500 mil/dia.

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