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domingo, 26 de fevereiro de 2012

Itália e EUA devem iniciar produção comercial de etanol de segunda geração


Andréia Moreno, da redação

Entre os pioneiros a produzir em escala comercial os biocombustíveis avançados estão a M&G e a Fiberight. O Grupo M&G planeja abrir uma fábrica em Crescentino, Itália, produzindo 12 milhões de galões de etanol por ano a partir da palha de trigo e de outras matérias-primas disponíveis localmente. Ambas empresas utilizarão a Cellic CTec3, nova enzima da Novozymes, em suas operações e estão prontas para iniciar a produção este ano. Em 2012, a Fiberight vai inaugurar uma fábrica de pequena escala em Lawrenceville, Virgínia, e outra planta de seis milhões de galões por ano em Blairstown, Iowa, em 2013. As duas unidades nos Estados Unidos converterão resíduos sólidos urbanos em biocombustível.
   Os biocombustíveis avançados são produzidos a partir da celulose presente na biomassa (como palha de trigo, talos de milho, bagaço de cana-deaçúcar e lixo doméstico).
   Guido Ghisolfi, vice-presidente do Grupo M&G, afirma que a partir do lançamento da Cellic CTec3, a Novozymes demonstra novamente sua capacidade única de oferecer inovações oportunas, usadas na construção da maior fábrica de biocombustível avançado do mundo.
   Stuart Craig-Paul, diretor-executivo da Fiberight, revela que a Novozymes ajuda a mostrar ao mundo que é realmente possível
   transformar resíduos sólidos urbanos em biocombustível valioso.
   A novozymes ressalta que com apenas 50 kg de Cellic CTec3 é possível se produzir uma tonelada de etanol a partir da biomassa. Em comparação, requer pelo menos 250 kg de um produto enzimático concorrente para produzir a mesma quantidade de etanol. "Para um produtor de biocombustíveis operando com 35 milhões de galões / ano trata-se da diferença entre receber 4 caminhões semanais de Cellic CTec3 ou 20 caminhões semanais de um produto concorrente", explica a empresa.

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