Fundo que tem entre os sócios Jorge Paulo Lemann , Carlos Alberto Sicupira e
Marcel Telles irá pagar o equivalente a US$ 24 por ação
Burger
King: a segunda maior rede fast food dos Estados Unidos, agora nas mãos dos
brasileiros
O Burger King, segunda maior rede de fast-food dos Estados Unidos,
firmou acordo para ser vendido para a 3G Capital Management por US$ 24 por ação, ou cerca de
US$ 4 bilhões, incluindo a dívida da empresa.
A 3G
Capital tem entre os sócios os brasileiros Jorge Paulo Lemann , Carlos Alberto Sicupira e
Marcel Telles, que estão entre os principais acionistas da AB InBev, maior
cervejaria do mundo e que controla a AmBev.
Segundo
o "Wall Street Journal", o Burger King pode solicitar ofertas
melhores em meados de outubro. Bancos devem financiar cerca de US$ 2,8 bilhões
da operação. No dia 31 de agosto, um dia antes do WSJ noticiar que a empresa
estaria à venda, as ações da companhia fecharam a US$ 16,45. O acordo
representaria um prêmio de 46% sobre o preço da ação do Burger King antes da
notícia do acordo surgir na quarta-feira.
A
transação deve ser fechada no último trimestre deste ano.
TPG
Capital LP, Goldman Sachs Capital Partners e Bain Capital Investors possuem
conjuntamente cerca de 31% das ações do Burger King e colocaram seus papéis à
disposição da oferta, que deve começar em 17 de setembro.
É a segunda vez em oito anos que a companhia se torna privada. Para a 3G, esta é a oportunidade de reverter os resultados do Burger King, aproveitando sua experiência nos investimentos em cerveja e varejo.
"Temos grande respeito pela marca Burger King e o grande negócio que sua diretoria, funcionários e os franqueados construíram", afirma Alexandre Behring, um dos sócios da 3Gem comunicado. "A marca icônica Burger King,
sua sólida rede de franquias e grande oferta de produtos fazem o tornam
perfeito para a 3G Capital, que tem um forte histórico em investimentos de
longo prazo em marcas de consumo globais e companhias de varejo."
Segundo o "New York Times", o presidente do Burger King, John Chidsey, deve manter seu cargo até o fechamento do negócio. Depois disso, Behring assumirá o posto de presidente-adjunto, ao lado de Chidsey.
O Burger King vem perdendo espaço para o McDonald's e outros concorrentes do setor de fast-food, uma vez que sua base principal de consumidores foi mais afetada pelas taxas altas de desemprego nos EUA.
É a segunda vez em oito anos que a companhia se torna privada. Para a 3G, esta é a oportunidade de reverter os resultados do Burger King, aproveitando sua experiência nos investimentos em cerveja e varejo.
"Temos grande respeito pela marca Burger King e o grande negócio que sua diretoria, funcionários e os franqueados construíram", afirma Alexandre Behring, um dos sócios da 3G
Segundo o "New York Times", o presidente do Burger King, John Chidsey, deve manter seu cargo até o fechamento do negócio. Depois disso, Behring assumirá o posto de presidente-adjunto, ao lado de Chidsey.
O Burger King vem perdendo espaço para o McDonald's e outros concorrentes do setor de fast-food, uma vez que sua base principal de consumidores foi mais afetada pelas taxas altas de desemprego nos EUA.
Na
semana passada, a empresa previu demanda fraca durante seu novo ano fiscal
devido ao ritmo menor de recuperação econômica nos Estados Unidos e a programas
de austeridade fiscal de governos em diversos países da Europa.
Analistas
afirmaram que era um momento oportuno para a empresa fechar seu capital, quatro
anos depois que o Burger King abriu seu capital com uma oferta a um preço de
US$ 17 por ação.
Às
11h49 (horário de Brasília), as ações do Burger King negociadas em Nova York
avançavam mais de 24%, para US$ 23,41, depois de terem subido perto de 15% na
véspera.
Para esta negociação, o Burger King contou com a assessoria dos bancos Morgan Stanley e Goldman Sachs e dos escritórios de advocacia Skadden, Arps, Slate, Meagher & Flom e Holland & Knight. A 3G capital foi assessorada por Lazard, JPMorgan Chase, Barclays Capital e pelo escritório Kirkland & Ellis.
Para esta negociação, o Burger King contou com a assessoria dos bancos Morgan Stanley e Goldman Sachs e dos escritórios de advocacia Skadden, Arps, Slate, Meagher & Flom e Holland & Knight. A 3G capital foi assessorada por Lazard, JPMorgan Chase, Barclays Capital e pelo escritório Kirkland & Ellis.

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