Bolsa de Valores

ALLL11 +0.67%AMBV4 0.51%BTOW3 3.09%BVMF3 0.2%BBDC4 0.56%BRAP4 0.83%BBAS3 0.31%BRTO4 0.95%BRKM5 0.09%BRFS3 0.56%CCRO3 0.06%CMIG4 0.31%CESP6 0.4%CPLE6 0.65%CSAN3 0.38%CPFE3 0.32%CYRE3 -0.73%DTEX3 -0.31%ELET3 0.82%ELET6 1.94%ELPL6 -0.13%EMBR3 0.22%FIBR3 1.21%GFSA3 1.12%GGBR4 0.42%GOAU4 0.43%GOLL4 1.96%ITSA4 0.35%ITUB4 0.41%JBSS3 1.05%KLBN4 -1.49%LIGT3 0.42%LLXL3 -0.45%LAME4 0.93%LREN3 0.69%MMXM3 -0.16%MRVE3 -0.72%NATU3 0.41%NETC4 -1.05%OGXP3 -1.6%PCAR5 +2.72%PDGR3 0.92%PETR3 0.73%PETR4 0.71%RDCD3 0.19%RSID3 -2%SBSP3 -0.58%CSNA3 0%CRUZ3 -0.19%TAMM4 6.72%TNLP3 4%TNLP4 0.05%TMAR5 -1.69%TLPP4 -2.21%TCSL3 +0.43%TCSL4 +0.13%TRPL4 -0.71%UGPA4 -0.71%USIM3 0.33%USIM5 -0.76%VALE3 0.66%VALE5 0.76%VIVO4 -0.21%
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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Entenda a importância e aprenda a fazer pesquisa de mercado


Para obter informações sobre a realidade do mercado, uma das ferramentas mais efetivas é a pesquisa de mercado. Esse recurso ajuda a fundamentar com dados o chamado tino para negócios. Isso porque quanto mais informações o empreendedor tiver a respeito de clientes, concorrentes e fornecedores, mais preparado estará.
O ideal é que ela seja feita antes da abertura da empresa, para trazer subsídios para elaboração do plano de negócios. “Infelizmente, não é isso que vemos acontecer na maioria das empresas de pequeno e médio porte”, analisa William Horstmann, diretor da Quorum Brasil, empresa de pesquisa de mercado com atuação na América Latina. “As pessoas ainda abrem seus negócios com base no ‘achismo’ e podem perder muito dinheiro com isso”, explica.
Horstmann diz que são poucas as empresas de pequeno porte que procuram a consultoria para fazer análise de mercado. E, quando o fazem, acabam desistindo, assustadas com o preço. “Uma pesquisa simples custa por volta de R$ 15 mil e o pequeno empreendedor acha que é melhor gastar esse dinheiro na abertura da empresa, na compra de estoque, em qualquer coisa, menos na pesquisa porque não sabe o valor que isso tem”, afirma.
Há alternativas para quem acha inviável investir quantia semelhante para realizar pesquisa de mercado. Uma opção é procurar as empresas juniores dos cursos de administração e marketingdas universidades, que oferecem serviços por preços mais em conta - até um terço do valor.
Se ainda assim não for possível bancar o gasto, a recomendação é investir tempo e fazer por conta própria. Para ajudar os empreendedores que querem realizar essa tarefa, o Sebrae-MG (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado de Minas Gerais) desenvolveu um manual com o passo a passo completo.
Luciana Cristine de Carvalho Lessa, consultora em gestão de marketing do Sebrae-MG diz que a pesquisa de mercado é a primeira orientação dada ao empreendedor que procura o serviço da entidade. “Mas a maioria ainda resiste a fazê-la antes de abrir a empresa. Nesse caso, acaba tendo de fazer mais tarde para reorientar os negócios, pois ela é importante em qualquer fase, já que o mercado está sempre mudando”, explica.
Passo a passo da pesquisa
  • * A primeira ação para elaborar uma pesquisa de reconhecimento de mercado é buscar informações sobre a área em que se pretende atuar em jornais, revistas, internet, associações de classe, entre outros. Essas são as chamadas fontes secundárias. Com base nessas informações, ficará mais claro definir o que se quer saber especificamente para realizar a pesquisa primária - aquela feita diretamente com consumidores, fornecedores ou concorrentes. Com a pesquisa o empreendedor pode saber, por exemplo, o potencial de mercado para determinado produto, o perfil do consumidor, a satisfação dos clientes com seus serviços, a eficácia da comunicação desenvolvida com os clientes, entre outras informações.
  • * Dependendo do tipo de informação que interessa, deve-se determinar: público-alvo da pesquisa, objetivos principal e secundários.  O dono de um restaurante por quilo, por exemplo, que queira saber o perfil do possível consumidor, terá de determinar seus clientes potenciais (pessoas que moram na região, trabalham, circulam pela rua etc); o objetivo principal, que é conhecer os clientes (o que precisam, o que gostariam de comer) e saber o que poderia atraí-los para o restaurante; e os objetivos secundários, que podem ser, por exemplo, identificar variáveis que motivem esses consumidores, como preço baixo, rapidez no atendimento, ambiente do restaurante etc. O mesmo pode ser feito para identificar os concorrentes e possíveis fornecedores.
  • * A maneira de chegar até o público-alvo da pesquisa pode ser desde questionários, grupos de discussão, pesquisa por telefone ou outros, dependendo do objetivo e de quantas pessoas estarão disponíveis para aplicar a pesquisa.
  • * A definição da amostra - parcela da população (quantas pessoas) com a qual será feita a pesquisa - é um item importante principalmente para pesquisas quantitativas.
  • * As perguntas devem ser elaboradas de maneira muito clara e objetiva, de acordo com aquilo que se quer saber.
  • * Para fazer a pesquisa por conta própria, seja sozinho ou com a ajuda de familiares, amigos ou colaboradores, é preciso lembrar que a boa aparência dos pesquisadores é fundamental para que as pessoas se sintam à vontade para responder questionários.
  • * De posse das respostas, os chamados “dados de pesquisa”, é preciso organizá-las para extrair as informações desejadas em um relatório final. A dica é usar tabelas e gráficos, pois facilitam a organização e visualização das informações.
“O Sebrae em todo o Brasil oferece consultoria presencial, via chat ou por telefone para ajudar a organizar esses dados e orientar o empreendedor a realizar mudanças necessárias de acordo com o que foi obtido na pesquisa”, explica Lessa. Essas mudanças podem ser desde incluir ou excluir produtos oferecidos para venda, a elaboração de anúncios na mídia, ações promocionais, busca por novos fornecedores em outras regiões etc, orienta Lessa.

NRF dá dicas para vender pelas redes sociais

O Twitter vende mais que o Facebook. Muitas vezes, um erro nas redes sociais pode ser uma oportunidade de crescer. Essas são algumas das conclusões do encontro realizado neste domingo na NRF Retail’s Big Show. A palestra, a cargo do consultor Erick Qualman, autor do livro Socialnomics, teve como tema a influência das redes sociais nos negócios. Em entrevista exclusiva a Pequenas Empresas & Grandes Negócios, o consultor deu cinco dicas para as empresas de pequeno e médio porte explorarem as redes sociais.

1. Comece já
O único jeito de aprender é fazendo. Não use a falta de tempo como desculpa. Empreendedores não têm muito tempo, mas o que é mais importante do que ter feedback do seu cliente? Nada. Crie perfis no Twitter e Facebook, pesquise ferramentas para rastrear os clientes, explore.

2. Não tente abraçar o mundo
Não tente se conectar com todo mundo ao mesmo tempo. Procure o seu nicho. Tente algumas ferramentas para rastrear as mídias sociais que podem te ajudar. E continue daí.

3. Pequenas e médias empresas têm uma grande vantagem sobre as maiores
Você pode tratar o cliente de igual para igual, e isso é poderoso. Use essa vantagem para criar uma relação de confiança com o cliente.

4. Na hora de vender, prefira o Twitter ao Facebook
Em um mundo onde quem é mais rápido vence, o Twitter é uma ferramenta mais rápida e mais simples de usar. Como os caracteres são limitados, empreendedores e clientes são obrigados a ser objetivos, o que pode ajudar muito na comunicação.

5. Explore as falhas
Se cometer algum erro nas redes sociais, aproveite a oportunidade para se aproximar mais ainda dos clientes. Pense nos erros como oportunidades de mostrar outros aspectos da empresa para o consumidor.

Fonte: Pequenas Empresas, Grandes Negócios

O que esperar do franchising em 2013?

O fraco desempenho da economia terá efeitos sobre as franquias? Em quais segmentos investir e quais as regiões mais atraentes para os negócios? As fusões e aquisições vão continuar? Como se preparar para uma eventual oferta? E o que os consumidores esperam? São muitos os questionamentos sobre o futuro do franchising no ano que se inicia.
O site Pequenas Empresas & Grandes Negócios ouviu Ricardo Camargo, presidente da Associação Brasileira de Franchising (ABF), Adir Ribeiro, fundador da Praxis Business, e a consultora empresarial Claudia Bittencourt para apontar as principais tendências do setor em 2013.

Expansão moderada
Por conta da economia morna, 2013 deve ser mais devagar para o setor de franchising no Brasil. A ABF calcula um crescimento de 15% para este ano, menos que os 16 % alcançados em 2012, quando o setor faturou R$ 104 bilhões. “Isso se o PIB crescer 3%, porque, se crescer menos...”, pondera Ricardo Camargo, diretor-executivo da entidade.

Mas a expansão menor não significa um cenário menos intenso. Como o aumento dos valores imobiliários arrefeceu, o número de unidades abertas deve aumentar 10%, enquanto o total de marcas atuando no mercado deve chegar a 2.200 até o fim de 2013.
Interiorização
O avanço rumo ao interior do Brasil não é novidade, mas deve seguir em 2013. Resultado da descentralização da economia e distribuição de renda em regiões mais pobres, o processo ganha força e mais franquias devem investir em cidades de médio porte do interior de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e nos estados da região do Sul.

Após o boom das capitais nordestinas, cidades do interior da Bahia e de Pernambuco também começam a atrair marcas. Em fronteiras agrícolas, a recuperação das safras no Mato Grosso e Mato Grosso do Sul deve refletir no varejo. No Norte, destaque para Manaus (com dois shoppings para serem inaugurados) e o sul do Pará, onde cidades como Parauapebas e Marabá experimentam um desenvolvimento acelerado. A surpresa fica com Tocantins, estado mais novo do país que é um mercado pouquíssimo explorado pelo setor.

“No interior, há espaço para tipos de negócio que ainda não estão lá. Por isso, o franqueado tem que fazer uma pesquisa sobre o que já existe na cidade. O Boticário, por exemplo, está em grande parte das cidades do país”, afirma Camargo.

Áreas promissoras
Como de costume, segmentos tradicionais, como alimentação, vestuário, acessórios e calçados, continuarão como pilares do franchising. Mas o desenvolvimento no interior do Brasil impulsiona ainda mais segmentos relacionados ao turismo de negócios, com a abertura de novos hotéis e estabelecimentos indiretamente beneficiados.

Tudo que está relacionado à oferta de comodidade à população também deve crescer. Nisso, entram microfranquias que oferecem serviços domésticos, reforço escolar e cuidado de idosos. A presença maior de mulheres no mercado de trabalho e o consequente acesso à renda dão força para franquias da área de beleza. “Elas são responsáveis pela abertura de mais lojas da Água de Cheiro e L’acqua di Fiori”, diz Camargo. Outro destaque é a área da saúde, com o aumento de clínicas especializadas em odontologia e fisioterapia, como lembra Claudia Bittencourt.

Investimento externo
Bancos de investimento estão buscando diversificar seus portfólios. Com organização superior à de um negócio convencional, as franquias são atraentes para esses investidores, e o movimento deve se intensificar em 2013. Entretanto, Adir Ribeiro nota que ainda são poucos os franqueadores que têm rotinas mensais para calcular o valor de suas marcas – e se preparar para uma possível oferta. Entre os franqueados, a situação é ainda mais crítica.

"As pessoas estão abrindo franquia ainda com a ideia de que é só comprar e não precisa fazer mais nada", diz. "Todo empresário deveria abrir uma loja pensando no valor que ela vai ter futuramente, planejando uma aposentadoria, uma transição, etc."

Consolidação de redes
O processo de fusões e aquisições deve continuar, com redes maiores de um segmento comprando as menores e o surgimento de multifranqueadoras. O Grupo Multi, dono da Wizard e de outras escolas de idioma ou profissionalizantes, deve continuar à frente. Morana, Semenzato e Trigo são outros exemplos de conglomerados de marcas.

No entanto, no processo de compra e venda de uma rede, o franqueado precisa ter o mínimo de conhecimento sobre o que está ocorrendo. “Tem de haver um respeito e comunicar a rede antes de comunicar o mercado”, diz Ribeiro. Essa transparência vale também na negociação entre o interessado em abrir uma unidade e o detentor da marca. “O franqueado está cada vez mais informado sobre o sistema de franquias, o que faz com que franqueadores tenham um discurso mais honesto com seus clientes”, diz Claudia.

Internacionalização
Mais devagar, porém não menos importante, é o movimento de marcas brasileiras rumo ao mercado estrangeiro. Um dos fatores incentivadores é a desaceleração na subida do dólar. “Outro ponto é o fraco crescimento econômico do ano passado, um pouco decepcionante para algumas empresas, que estavam tranquilas com o mercado um pouco aquecido por aqui”, diz Camargo.

Nesse cenário, a América Latina é o mercado mais promissor para as redes brasileiras, com destaque para Colômbia, Chile, Peru e México, além de Paraguai e Bolívia – países mais pobres da região, mas totalmente inexplorados. Na sequência, a Ásia é outra região interessante, mas com uma situação logística complexa devido à logística e a forte concorrência de marcas chinesas e japonesas.

Canais
Apesar de haver uma certa desaceleração, os imóveis devem continuar se valorizando acima da inflação geral. Por isso, um desafio aos franqueadores é faturar mais em cada ponto de venda físico e criar alternativas. Nas lojas, atendentes devem realizar mais do que simplesmente tirar pedidos. Com a ascensão do comércio eletrônico, fazer com que o consumidor vá até uma unidade de concreto é uma tarefa que exige esforço. E isso passa pelo atendimento.

“Os franqueadores devem estar mais bem preparados para orientar sua rede sobre isso, o que implica melhores programas de capacitação e trabalhar no nível de conscientização do franqueado, pois um atendimento malfeito em uma unidade vai refletir em todo o resto”, diz Claudia.

“As franqueadoras precisam desenvolver formas de acessar os públicos”, afirma Ribeiro. Assim surgem modelos como a Love Brands, rede de lojas que contempla produtos de três marcas – Puket, Imaginarium e Balonè – para viabilizar a abertura de lojas em cidades de 50 mil a 200 mil habitantes. O Grupo Trigo também uniu as bandeiras Spoleto e Domino’s para entrar em municípios com menos de 100 mil habitantes.

No caso do e-commerce, uma possibilidade é remunerar franqueados a cada venda feita pela internet na região em que ele atua. Redes fora do Brasil já integraram canais, permitindo que os clientes comprem pela web e retirem o produto na loja mais próxima.

Fonte: Pequenas Empresas, Grandes Negócios

7 dicas para feedbacks produtivos

Feedbacks são informações dadas a um indivíduo para indicar como está seu desempenho e como sua atuação está afetando outras pessoas. O feedback pode motivar ou desmotivar o profissional dependendo de como for utilizado.
Para funcionar, é preciso ter conteúdo, lógica e justiça. Todos precisamos de elogios, para manter atitudes construtivas, e também de críticas, para ajustar deficiências. Para o feedback tornar-se realmente produtivo, sugiro algumas dicas para empreendedores:

1. Seja justo
Antes de fazer críticas ou elogios, analise se são realmente merecidos.

2. Seja específico
Dizer "este relatório ficou excelente" é melhor que dizer "você faz bons relatórios". Se for uma crítica, diga "este parágrafo não está claro" ao invés de "o relatório tem falhas".

3. Seja criterioso
Elogiar demais ou criticar por qualquer motivo perde rapidamente o efeito, pois as pessoas se acostumam e não dão muita importância.

4. Não faça críticas destrutivas
Não misture a situação criticada com a pessoa. Diga: “Esse trabalho merecia mais atenção” ao invés de “Você é um desleixado”.

5. Mantenha uma postura equilibrada
Modere seu tom de voz e seu gestual. As pessoas prestam mais atenção e absorvem melhor informações que venham de pessoas que demonstram equilíbrio emocional.

6. Fale na hora certa
Um elogio quando dado em público será ainda mais relevante para a autoestima de quem recebe. Uma crítica sempre deve ser em particular, para não humilhar a pessoa.

7. Seja sincero
As pessoas percebem facilmente quando o feedback é "forçado". Portanto não "doure a pílula". Sinceridade ainda conta muito.

Muitas pesquisas têm indicado que estes requisitos, quando seguidos consistentemente, melhoram muito o ambiente de trabalho e também a produtividade das empresas, pois aumentam a confiança da equipe na capacidade e na habilidade do líder em manter as pessoas sempre bem informadas sobre o próprio desempenho.

Fonte: Portal Exame

5 habilidades que um bom líder deve ter

Ser um empreendedor não é tarefa fácil. E ela pode ficar ainda mais complicada se você não souber liderar. Embora pareça apenas conversa motivacional, a liderança pode fazer milagres pela sua companhia. Sem ela você dificilmente estabelecerá uma relação de confiança com os seus colaboradores e isso pode afundar uma organização. Se você quer ser um bom líder e ainda não sabe por onde começar, confira as 5 principais habilidades necessárias.

5 habilidades que um bom líder deve ter: 1. Selecionar informações

Nós vivemos e trabalhamos em um mundo que gera mais e mais informações a cada segundo. A comunicação está cada vez mais facilitada, graças aos gadgets e ferramentas disponíveis. No entanto, a quantidade de informações desnecessárias também cresce na mesma proporção. Por isso, é fundamental que um líder saiba focar nas informações relevantes e, mais que isso, priorizá-las. 

5 habilidades que um bom líder deve ter: 2. Ser crítico

Além de priorizar as informações mais importantes, um líder também deve ser capaz de dizer quais delas podem ou não ser verdadeiras. Tendo em vista a quantidade de coisas que se diz no mundo corporativo, é fundamental que você seja crítico sobre aquilo que escuta. Isso não se refere apenas a informações de mercado. Você deve ser crítico com os seus clientes, fornecedores e, especialmente, com os seus funcionários. Isso não quer dizer se tornar um tirano. Mas, não se deixe levar por qualquer coisa que ouvir, ler, etc. 

5 habilidades que um bom líder deve ter: 3. Demonstrar personalidade

Para ser um bom líder você deve se diferenciar dos demais. É isso que vai fazer com que as pessoas confiem em você e não em outra meia dúzia de profissionais que tenham as mesmas qualidades. Claro que você não precisa se tornar uma pessoa excêntrica, com gostos e preferências inusitadas, se isso não for, de fato, quem você é. Mas procure demonstrar para a sua equipe que você tem não apenas opiniões, como também sentimentos. Se você deixa as pessoas conhecerem você é mais fácil que elas se sintam a vontade na sua presença. 

5 habilidades que um bom líder deve ter: 4. Conectar-se com as pessoas 

Comunicar-se com alguém é muito mais do que trocar meia dúzia de palavras e dar algumas ordens. Essa prática ainda existe no mundo corporativo, mas não ajuda em nada a construir uma equipe eficiente e motivada. Se você quer ser um verdadeiro líder, respeitado e admirado, trate de se comunicar efetivamente com as pessoas. Seja honesto, importe-se com o que acontece com elas. O primeiro grupo a quem você deve isso são os seus colaboradores, que estão lá por você. Mas isso não impede que você se conecte com colegas de profissão, clientes e fornecedores. 

5 habilidades que um bom líder deve ter: 5. Concluir tarefas

Pode parecer uma dica desnecessária, uma vez que as tarefas existem com o objetivo de serem concluídas, mas ser capaz de levar a cabo os seus projetos é fundamental para um líder. É muito comum encontrar pessoas que acabam se sentindo desmotivadas no meio de um processo e por isso desistem. Talvez você seja uma dessas pessoas. O primeiro passo é ser honesto consigo mesmo. Se você for, de fato, uma pessoa acostumada a desistir, hora de mudar. Confie em si mesmo e na equipe com quem você trabalha. Lembre-se de que você mesmo escolheu aqueles profissionais. Além disso, é preciso saber que todo projeto passa por momentos difíceis e isso não significa o fim.

Noruegueses querem construir Centro de Pesquisa no ES

Um grupo de noruegueses do Instituto Sintef do Brasil esteve no Espírito Santo na semana passada para visitar instituições de ensino, empresas e Governo do Estado com o objetivo de apurar informações para a implantação de um núcleo de tecnologia no setor de petróleo e gás. A intenção dos representantes é montar um Centro de Pesquisa no Brasil visando inovação tecnológica no segmento e o Espírito Santo é forte candidato a receber o projeto.
Na ocasião, o secretário da  Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia, Inovação, Educação Profissional e Trabalho (Sectti), Jadir Péla, enfatizou a nova fase de crescimento em inovação do Estado como ponto forte para atrair investimentos. "O Espírito Santo vive um salto considerável na produção científica e tecnológica com a Lei e o Fundo de Inovação, já sancionados. Esse cenário propicia um ambiente produtivo inovador e gerador de oportunidades de negócios".
 
Na opinião do secretário de Estado de Desenvolvimento, Nery De Rossi, a aproximação com os noruegueses foi de grande importância, já que as instalações e os projetos relatados impressionaram os visitantes, colocando o Espírito Santo em posição favorável para receber o Núcleo Tecnológico. "O Estado tem grande potencial de receber este projeto, visto que as instalações e os projetos avaliados são semelhantes aos que eles possuem na Noruega. A partir de agora, eles irão avaliar as necessidades e continuar os contatos com as instituições e Governo do Estado para alavancar essa ideia de instalação este centro de pesquisa em terras capixabas". 
 
O Instituto Sintef do Brasil é uma instituição de pesquisa sem fins lucrativos, subsidiária brasileira do Sintef, a maior organização da Escandinávia dedicada a atividades de pesquisa e desenvolvimento. O objetivo é oferecer suporte a empresas brasileiras e internacionais em suas atividades de pesquisa, desenvolvimento e processos de inovação.

Fonte: Assessoria de imprensa

15 vezes mais forte que o aço


O centro de pesquisas da Universidade de Southampton, no Reino Unido, criou um tipo de nanofibra baseada em sílica que consegue ser 15 vezes mais resistente que o aço. O composto pode se manter leve e forte sendo produzido em fibras únicas e não em feixes, como se costuma fazer em cordas para aumentar a resistência.
As nanofibras transformadas em nanofios, ao contrário dos nanotubos de carbono — considerados os mais resistentes do mundo até então —, podem ser produzidas em larga escala e em tamanho variável, passando dos quilômetros em um único fio. Já as estruturas de carbono, apesar de rígidas, não podiam ser utilizadas em estruturas maiores que poucos centímetros.
"A sílica e o oxigênio, que compõem as nanofibras, são os dois elementos mais comuns da crosta terrestre. Ou seja, é um produto sustentável e barato para explorar", explica o pesquisador responsável pelo projeto, Gilberto Brambilla.
Segundo Brambilla, atualmente eles são os pioneiros na potencialização da resistência dessas nanofibras. "Normalmente, para você aumentar a força de uma fibra, você tem que aumentar o seu diâmetro e, portanto, o seu peso. Mas em nossa pesquisa quando você diminue o tamanho das nanofibras de sílica, aumenta sua força e mantém a leveza", comenta.
Os pesquisadores acreditam que as nanofibras de sílica poderão ser utilizadas, principalmente, pelas indústrias naval, aeronáutica e de equipamentos de segurança para construção de cascos e estruras de barcos, aviões e outros.
O produto, que está sendo estudado no Reino Unido há cinco anos, chamou a atenção de inúmeras empresas do mundo inteiro. O total de investimento na pesquisa foi de 500 mil libras esterlinas, o que corresponde a mais de R$ 1,5 milhão. 

TecMundo e PhysOrg